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Domaine Plageoles

Domaine Plageoles

As aparências podem nos enganar. Os vinhos únicos da família Plageoles podem até ser vistos como apenas mais uma de muitas “raridades” do mercado da atualidade; porém, são uma evocação arrebatadora das maravilhas do terroir de Gaillac e do porquê dessa região já ter sido tão famosa. A área viticultural de Gaillac está um arco de ferradura acima do Rio Tarn no sudoeste da França, a nordeste de Toulouse. Embora seja relativamente perto de Bordeaux, poucas pessoas além do sudoeste da França conhecem bem os vinhos dessa região. Foram os fenícios, e depois os romanos, que plantaram vinhas na região pela primeira vez. São vinhas mais antigas que as de Bordeaux e, assim como Cahors, Madiran e outras regiões vinícolas do sudoeste francês, poderiam ter alcançado a mesma fama se não fosse por um capricho do destino em sua história. Isto é, se os bordaleses acima do rio Garonne não tivessem expropriado os vinhos dessa região (além de misturá-los com seus próprios) e depois tributado os mesmos ao extremo, antes de passar por seu porto. Aí então veio o Phylloxera e deu o golpe de misericórdia em Gaillac. Robert Plageoles (pai do atual patriarca, Bernard) também parece ser muitas coisas para muitas pessoas. Para amantes de vinhos, ele é o mais famoso e mais amplamente admirado produtor em Gaillac. Para os fiéis admiradores de Gaillac, ele é um ampelógrafo iconoclasta, responsável quase que sozinho por ressuscitar muitas das variedades de uvas nativas, quase extintas, de Gaillac. Para o comité AOC de Gaillac, provavelmente é visto como um antiquado incorrigível ou um fora-da-lei. Independentemente disso, os Plageoles conseguiram sem dúvida recuperar parte do reconhecimento histórico que os vinhos de Gaillac tiveram no passado ao produzir vinhos excepcionais e, com seu trabalho, trouxeram de volta muitas das variedades de uvas características da região que estavam no esquecimento. Robert pesquisou e replantou mais de uma dúzia de variedades (sete apenas da família Mauzac) nativas de Gaillac que tinham quase desaparecido; por exemplo, enxertando e cultivando Prunelart (para vinho tinto), sete variações da uva Mauzac (Roux, Vert, Jaune, Noir, Melon, Gris e Rosé), e Verdanel e Ondenc (para os brancos). Ao fazer isso, foi o responsável por trazer para o século 21 essas variedades raras (embora evidentemente algumas uvas Ondenc tenham também sobrevivido na Austrália). O filho de Robert, Bernard, assumiu o Domaine Plageoles cerca de dez anos atrás e agora, junto com seus irmãos, está levando o Domaine a um outro patamar. Todos os Plageoles têm em comum uma obsessão pela região Gaillac, suas variedades nativas de uvas, viticultura orgânica e vinificação com baixa tecnologia e fermentação natural. Em vez de misturar seus vinhos, eles optam por engarrafar cada vinho como uma única variedade, o que os coloca em desacordo com o AOC, mas também lhes permite comercializar a singularidade das variedades de uva de Gaillac. A maioria dos vinhos são, portanto, envasados sob a classificação de “Vin de Pays des Côtes du Tarn”.

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